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RPG-BR

Aleatoriedades

D3 System - 4 horas 22 minutos atrás

Muito bem. O Jaime Daniel, da Terra do Nunca, me enviou um meme, pedindo que eu contasse seis coisas aleatórias a meu respeito. Se você não sabe o que é um meme, o Cobbi explicou direitinho quando o pegaram na brincadeira.

As regras são:

1. Apresente a pessoa que te convidou.
2. Coloque as regras em seu blog.
3. Escreva 6 coisas aleatórias sobre você.
4. Escolha mais 6 pessoas e coloque os links no final do artigo.
5. Avise a pessoa que o convidou, deixando um comentário no blog original.
6. Avise seus convidados que eles foram escolhidos.

Na verdade, a descrição das regras era ligeiramente diferente, mas o conteúdo é idêntico.

Entrando na Brincadeira

Portanto, uma vez que fui visado e não quero estragar a brincadeira (apesar do trabalho que tive para incluir TODOS esses links), eis minhas respostas.

1) Sou padrinho de 7 casamentos e um batismo. Eu fico bem de fraque!

2) Eu quebrei o pé no show do Pennywise e fui descobrir no fim do show do Bad Religion!

“Eu SEI que estou ficando velho para essas coisas!”

3) Sou (quase) formado em uma escola teocrática — não vou citar a instituição; basta saber que tinha BONS motivos para desistir no último ano.

“A banda de Punk Gospel ‘Vamos Metralhar o Capeta’!”

4) Eu incluo piadas e brincadeiras nos agradecimentos e nos créditos de todos os livros que já publiquei. A melhor está nas fontes do Defensores da Fé.
5) Eu falo (e escrevo) uma quantidade obscena de palavrões. Eu realmente preciso me policiar para não escrever besteiras em diversos lugares.

“Acreditem! Podia ser muito pior!”

6) Eu estou propenso a ceder a uma idéia do Rey Jr e do Phil e criar um concurso para escolher as “D3zetes” (como eles chamaram). O que acham?

Lista de Convidados

Para facilitar a vida dos participantes, decidi enumerar todos os convidados dessa brincadeira antes de relacionar os meus, assim ninguém comete a gafe de chamar uma pessoa que já está participando.
Já estão na brincadeira:

Jaime Daniel da Terra do Nunca
O Itiro da AtsumiRPG
A Graci do Tralhas RPGísticas
O Daniel Dantas da Libertas Orbis Ciriji
O Salomão “Tek” da .20
O Bruno Peres do D3System e do Pano de Fundo
O Johnny do D3System e do Mundo de Johnny
A Ray da Matilha
O Newton da Nitro Dungeon
O Phill dos Dados Limpos
O Tiago do Reflexões RPG
O rsemente do Pergaminhos Dourados
O Rocha da Área Cinza
O Alexandre do RPGistas
O Armagedon do Inominattus
O Roj Ventura do Idéias Para Jogos
O Tsu do Aventuras na Era Hiboriana
O outro Tiago com o Sete Palmos – que eu não tenho o link porque o rsemente esqueceu de colocar

“Antes eu tivesse escutado você, Bart!” E a indicação passa para…

Bom, agora lascou.
Tenho que indicar seis pessoas e manter a brincadeira. Então vou arriscar o JM Trevisan (pelos velhos tempos), o Rey Jr. do Ooze pela idéia das “garotas-propaganda” do D3system, o Valberto do Lote do Betão por ser uma pessoa que está sempre criando material para iniciantes (inclusive pagando do próprio bolso por muitos materiais e livros), o Guilherme “Spell” Moreno do Blog do RPG por continuar na ativa e inovando depois de tanto tempo, o Gilson13 por eu não ter uma resposta definitiva para ele, apesar do meu esforço em obtê-la, e finalmente a MC Zanini do AtsumiRPG, porque eu acho que ela não vai ficar brava comigo se eu chamar.

“Segura, que agora é com vocês!”
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Diário do Underground - 14/11/2008

Terra do Nunca - ter, 18.11.2008 - 18:35
Depois de algum tempo desanimada, parece que a Sexta Underground está se reerguendo. Embora o bissexto D3 apareça só de vez em quando, Itiro, MC e eu estamos aparecendo mais regularmente. Nessa sexta passada acabamos tendo três mesas: Uma de D20 Modern do Hernan, Uma de D&D 4ed ( a nossa), Uma do Itiro com um playteste, totalizando algo em torno de 20 pessoas no Underground. Como minha máquinaJaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com3
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3° Encontro de RPG de Araraquara

D3 System - ter, 18.11.2008 - 16:17

O ERPGA (Encontro de RPG de Araraquara) é o evento de RPG oficial do município de Araraquara. No lugar do ingresso, o evento arrecada alimentos para doar às instituições beneficentes que cuidam de pessoas necessitadas. O evento conta com muitas atrações, tanto para as pessoas que já conhecem RPG, quanto para os novatos.

Serão promovidas jogos de RPG de mesa (todos os sistemas), torneios de card games sancionados (Magic e Pokemon) e do engraçado Munchkin, workshops, batalhas campais, palestras, desfiles e concursos de fantasias (cosplay) e muito mais!

A organização também vai sortear brindes, organizará um live-action de Trevas e fechará o domingo com uma grande mesa redonda, discutindo sobre o RPG, sobre as experiências em mesa de jogo e sobre o evento em geral.

Informações: Quando? 13 e 14 de Dezembro (sábado e domingo) Que horas? Á partir das 12h00 Onde? Sesc Araraquara – Rua Castro Alves, 1315 – Próximo ao DER Quanto custa? 1 kg de alimento O que vai rolar? Mesas de RPG, torneio de cardgames, live-action, concurso de fantasias, workshops, palestras, batalhas campais e muito mais! Informações No site www.rpgararaquara.com ou através da seção Contato Cartaz:

Veja Mais:
  • Site oficial do evento
  • Cobertura: 2º Encontro de RPG de Araraquara
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Aleatoriedades

Terra do Nunca - ter, 18.11.2008 - 11:06
Ok, Tiago Lobo me indicou para isso e não gosto de ser chato, então continuo a brincadeira Aleatoriedade 1. Link a pessoa que te "pegou". 2. Poste as regras em seu blog. 3. Escreva 6 coisas aleatórias sobre você. 4. Pegue mais 6 pessoas e coloque os links no final do post. 4.1........ Devido à rede Multiply ser grande, vou indicar apenas 4. 5. Deixe a pessoa saber que você o pegou, deixandoJaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com1
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III ERPGA

Terra do Nunca - ter, 18.11.2008 - 10:23
Repassando o e-mail do Jefferson Frias TERCEIRO ENCONTRO DE RPG DE ARARAQUARA CONFIRMADO "A história se tornou lenda, a lenda se tornou mito, e o que não deveria ter sido esquecido, perdeu-se no tempo" Muito se disse sobre o 3º ERPGA. Alguns disseram que os organizadores haviam sido seqüestrados e abduzidos (sim, ouvimos essa). Outros disseram que o evento ocorreria de 4 em 4 anos (copa do Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com0
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Causos do Jaime - Atira em mim, vampiro!

Terra do Nunca - dom, 16.11.2008 - 02:19
Bem vindo às lendas lendárias do Jaime! Casos idiotas que parecem acontecer em quantidades absurdas em campanhas desse pitoresco narrador chamado... Jaime! E vamos para o grande "causo" do... Atira em mim, vampiro! Em priscas eras atrás, quando meu grupo jogava na Forbidden Planet da Av Ibirapuera, iniciamos uma campanha de Caçadores Caçados. Entre nossos integrantes ímpares tinha um jogador Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com6
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RPG para iniciantes

Terra do Nunca - sex, 14.11.2008 - 11:21
Qualquer jogador (ou mestre) com um pouco mais de experiência e que não ficou jogando X anos sempre com os mesmos jogadores, já deve ter ouvido falar de alguem que teve uma experiência parecida. Souza: Ei, você joga RPG? Jaime: Sim, jogo! Souza: Putz, como você consegue? Jaime: Ué, eu gosto! É um jogo muito divertido! Souza: Olha, até parece ser, mas caraca, quanta regra! Um chegado uma vez foi Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com10
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RPG na sexta a noite? Sexta Underground!!!

Terra do Nunca - sex, 14.11.2008 - 11:09
Sim, eu sei que não é a primeiravez que anuncio a Sexta Underground, único encontro de RPG SEMANAL de São Paulo. Alguns poderão dzer que é um exagero chamar de encontro, já que se dá dentro da TerraMédia, mas vejamos... Mesas de RPG com duas campnahs rolando e espaço para mais... Loja de RPG aberta até as 20h Lanchonete ao lado Porta fechadas para maior segurança E a presença espacialíssima de Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com0
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Mais opiniões...

Terra do Nunca - qua, 12.11.2008 - 11:28
Seguem mais algumas opiniões que chegaram. Creio que será difícil chegarem mais algumas, mas caso isso ocorra serão publicadas também. Só quero deixar bem claro que perguntei a várias pessoas que eu mantinha contato mais recente. Há conhecidos meus que por ter perdido o e-mail não receberam as perguntas, mas não é por isso que foram esquecidos. Todos os que estão aqui ou no post anterior são Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com4
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RPG & Cultura - São Paulo/SP

Terra do Nunca - qua, 12.11.2008 - 11:00
Depois de uma discussão acalorada com minha própria consciência decidi colocar também este evento que deve acontecer em São Paulo-SP neste mês. RPG & CULTURAS NO CENTRO CULTURAL DA JUVENTUDE Nos dias 29 e 30 de Novembro de 2008, das 11HS ÀS 20HS. O Centro Cultural da Juventude e o Núcleo de RPG do CCJ irá realizar mais um evento de RPG na zona norte de São Paulo totalmente gratuito e com Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com0
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Eventos pelo Brasil - IV Espaço AMORC & RPG e AnimaPop

Terra do Nunca - qua, 12.11.2008 - 10:40
Já disse, repito e continuarei a dizer: Eventos de RPG são importantes na difusão do RPG como hobby e em sua aceitação pela sociedade. Por isso continuo repassando os comunicados de eventos que recebo e que acho interessantes. Aí vão mais alguns. IV Espaço AMORC & RPG Não somos o D&D, mas estamos na quarta edição, a última desse ano de 2008! Não somente um point de RPG, procuramos Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com0
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Circuito D3System — AnimeABC

D3 System - qua, 12.11.2008 - 01:20

Há algum tempo, fui convidado para coordenar e participar da área de RPG de um evento de cultura pop japonesa, o Anime ABC.

É um evento tradicional, organizado pela mesma equipe responsável pela AnimeCon e que sempre tenta disponibilizar um espaço para que o público de animes, mangas e MMOs entre em contato com o RPG tradicional e aproxime cada vez mais essas duas tribos tão similares.

Circuito D3System

Nesse evento de estréia, o Circuito D3System contou com o apoio da organização, que reservou a biblioteca da Faenac para nossos jogos e demonstrações. Haverá mesas para iniciantes durante todo o evento, espaço reservado para quem quiser jogar com seus grupos ou conhecer novos jogadores, campeonatos de Magic e Pokemón, demonstração de miniaturas e pequenos sorteios.

O Circuito terá uma loja especializada, a JWorld, com material relacionado aos dois grupos — os rpgistas e os otakus.

A programação definitiva deve ser publicada ainda nesta semana — aguardem algumas surpresas. Venha participar desse evento e conhecer um novo público.

Informações: Quando? Sábado e Domingo, 29 e 30 de Novembro Que horas? 10 às 20 h Onde? FAENAC São Caetano do Sul
Rua Conceição 321 - Bairro Santo Antônio - São Caetano do Sul, SP Quanto custa? 12 Reais + 1kg de Alimento não perecível! O que vai rolar? - RPG de mesa (vários sistemas, com temática japonesa ou não)
- Mesas para iniciantes
- Combate de Cosplay
- Demonstrações de jogos Informações No site do evento
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Primeiras opiniões

Terra do Nunca - seg, 10.11.2008 - 23:59
Bom, como o RPG me concedeu o prazer de fazer boas amizades e conhecer muita gente boa, algumas pessoas se prontificaram a responder a pergunta que fiz no post anterior. É importante dizer que não fiz nenhum comentário ou observação a respeito do por que da pergunta, apenas apresentei-a a algumas pessoas como esta abaixo. É realmente muito interessante o ponto de vista de cada um. Vamos então Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com2
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Shadowrun - Decisões Infelizes II

D3 System - seg, 10.11.2008 - 22:19

Segunda parte do prólogo da narrativa dos nossos personagens de Shadowrun. Lembrando que o livro de referência diagramado pode ser encontrado no artigo anterior

Decisões Infelizes — Parte II

Cheguei ao local por volta das 21:50 h. Peter estacionou sua van. Um grupo como este chamaria a atenção em outros locais, mas em São Paulo era fácil passar despercebido. Ninguém olha mais diretamente para você; esta é uma metrópole movimentada e tenebrosa — um olhar errado pode transformar um cidadão comum em mais uma vítima.

Quando todos chegaram, Peter repassou o plano umas três vezes, meticuloso como sempre:
— Vamos entrar como uma firma de limpeza, bem simples. Remarquei a visita da equipe original para outro dia, entrando no sistema deles, mas não alterei a agenda da própria SonMitsu. Eles ainda esperam a chegada dos faxineiros. Seremos nós.
Ele jogou o crachá do chefe da limpeza para mim. Eu estava segurando um esfregão na fotografia inventada pelo tecnauta. Antes que eu pudesse reclamar, ele completou:
– Pelo menos você é o chefe.
– Engraçadinho, sabe que eu odeio sujeira e vive me provocando.
Bem que ele podia ter arrumado outra rota de entrada; e ainda por cima teremos que usar macacões azuis. Odeio azul.
Colocamos a logomarca na van e seguimos em frente. A entrada foi simples. A partir do portão, descemos para a garagem. Não percebi nenhuma suspeita nos guardas quanto a nossa presença.
Normalmente, o tecnauta nem chega a sair com o grupo, mas Peter gosta de sentir a adrenalina também. Ele tem o costume de abrir o sistema antes e pegar algumas senhas básicas, tornando nossa incursão mais “saudável”, por assim dizer.
Ele indicou no mapa o local que procurávamos. Seguimos mais alguns minutos por corredores, encontrando somente funcionários comuns da empresa.

— Não é incrível como ninguém presta atenção nos faxineiros? — Disse Rad, mais resmungando do que afirmando qualquer coisa.

Paramos numa porta, ingressamos em um setor mais vazio e utilizamos as senhas roubadas para avançar. Uma vez na área privativa da empresa, trocamos os macacões por jalecos. Eu uso as minhas próprias roupas, já que prefiro me passar por um guarda-costas.
— Peter, e as câmeras? — perguntei, falando baixo.
— Estão rodando imagens repetidas, nem vão saber quem esteve aqui. Vamos por este corredor. A partir deste ponto, não tenho mais as senhas, vamos ter que improvisar.

A parte boa é que os improvisos dele eram quase tão letais quanto os planos. Melhor eu ir na frente como segurança, será mais fácil se (ou quando) aparecer alguém.
— Dever ser nesta sala — disse Peter. A porta era de metal sólido — Vou acessar daqui, me cubram.
— Vai demorar com esta p*&%$ dessa porta, Peter? — MC é um cara bom, pena que é muito impaciente. Acho que são as dores de cabeça. Uma bola de golfe incrustada no crânio deve incomodar.
— Nem vou pedir paciência, MC. Somente um pouco de silêncio.
— Se você não fosse tão útil, tecnauta, eu…

Um ruído e o som de alguém cantarolando deixou bem claro que tínhamos companhia.

– Era o que eu precisava para me aquecer. — Rad estalou os ossos do pescoço. Quase dava para ver as linhas de maná envolvendo seus músculos; quer dizer, EU quase conseguia ver.

Rad avançou na direção do guarda, que ficou tão surpreso ao ver um cientista tão veloz que era impossível se defender; fico imaginando seus pensamentos: “como pode um cientista ser tão rápido?”. Ele caiu com um único golpe.
– Você não o matou, espero. – perguntou Peter.
– Claro que não! Por isso eu fui antes do MC. — respondeu Rad
– Hunf! — Bufou MC.
– Pronto. Consegui. Não vai dar para segurar os alarmes se ativarmos algumas das defesas internas.
A sala era gelada, como um freezer. Duas caixas de vidro blindado, trancadas, continham equipamentos eletrônicos e tubos de ensaio. Outras tinham braços, pernas e mãos cibernéticas. Um cofre de vidro no centro da sala abrigava nosso alvo; estávamos “subtraindo” (porque roubar é feio) uma maleta com um tipo de armadura externa. Ela parecia composta de um metal super-resistente e leve; pequenos geradores estavam encaixados nas laterais dos braços.
Enquanto Peter tentava entrar no sistema de segurança da sala, MC se precipitou.
— Deve ser apenas um censor de movimentos. Deixa eu testar.
Ele pegou uma cápsula em seu bolso e jogou para dentro da sala; a cena chega a ser engraçada, pois nada aconteceu.
— Não deve ter nada. Vamos logo.
Ele avançou para o interior da sala com sua arrogância padrão e, claro, foi pego desprevenido.
— NÃO ENTRE — gritou Rad, tentando alertá-lo. Ele deve ter ouvido algo com sua audição aprimorada, mas era tarde demais.
O zunido, similar a um assovio, e o barulho de metal indicavam que ele ativara uma armadilha.
– Droga. Que p*&%@ é essa?
Ele se movimentou rápido e se jogou atrás de uma bancada, mas a vindicator cuspiu fogo incessantemente contra ele.
– Vai, Peter, desliga logo esta merda. – gritava o corajoso MC — Vai me partir no meio, caramba!
– Vou ter que entrar direto, vai ser mais rápido. – respondeu Peter, jogando múltiplas senhas no sistema, sobrepondo-o com os programas que ele tinha, tentando conseguir acesso a alguma coisa — qualquer coisa.
— Neko, não tem como fazer alguma magia? — gritou Rad, se escondendo dos ricochetes das centenas de disparos da metralhadora.
– Eu teria que ficar na linha de tiro… é impossível.
– Vai à merda Peter! Desliga essa porra! Vou ter que resolver sozinho?

Ele sacou a sub-metralhadora e descarregou o pente, mas a tentativa não surtiu efeito. A vindicator estava bem protegida na parede, coberta com duas placas de metal blindado, tornando mais difícil que ajudássemos. A situação estava cada vez mais feia, os alarmes estavam zunindo, e as luzes do corredor mudaram.
– Consegui! — gritou Peter. — Agora saia daí, diabos!

O funcionamento da arma letal foi interrompido e MC abandonou a sala com seu olhar sombrio, fingindo tranqüilidade. Como se ele não tivesse quase morrido!

– VAMOS LOGO! – ele disse.

Ele avançou até a maleta que estava em frente à porta, chamando a atenção como uma isca fatal. Erguendo-a, achamos que seria uma perda de tempo tentar abri-la naquele momento.
Enquanto nos movimentávamos para o corredor, Rad entrou na sala com velocidade, apanhou um tubo de ensaio e se virou para a porta:

— Neko, isso deve valer algum dinheiro, certo?

Como eu já estava na curva do corredor, com bastante pressa de sair daquele lugar, Rad abriu o frasco, sentiu o cheiro do líquido, fechou-o novamente e o guardou no bolso da jaqueta. Se ele soubesse japonês, teria lido “ Corporações Laudenzack” no rótulo.
— Nossa saída mais fácil agora é pelos dutos de ventilação. — disse Peter, recolhendo seu neuro-terminal — Não vai ser confortável, mas pelo menos não seremos detidos pelos drones de segurança.

Esta era nossa melhor rota, mas o final dos dutos nos levaria para um confronto ainda pior. A travessia não chegou a ser tranqüila, mas foi necessária para todos. Ela terminou numa área de “Carga de Descarga”, onde demos de cara com um grupo de 5 guardas. Estes pareciam bem mais preparados — ou seja, nem pediram para pararmos, já sacaram as armas e começaram a disparar.
— Maldição! A segurança foi dobrada pelo alarme. PROTEJAM-SE. — gritei.
— Abre isso, Vasques! — MC berrou, jogando a maleta na direção do tecnauta — vamos ver para que serve.
— Tudo eu, cacete! – Peter se jogou atrás de uma empilhadeira e começou a mexer nas trancas da maleta.
Os guardas assumiram uma formação padrão e não paravam de atirar. Pelo som, não parecia que estavam usando munição letal — ainda.
Rad, em silêncio, retirou sua arma e se escondeu nas sombras de uma caixa. Eu mesmo quase não o vi agachado. Ele atirou contra um dos guardas, que tombou e não se levantou mais. MC também atirava como um desesperado, e jogou o segundo pente descarregado de sua arma. Num guarda! Esse é abusado.
Eu peguei em meu bolso um sache com ervas… achei que seria engraçado fazê-los sentir o “fedor” de seu próprio medo. Eu sou um Xamã Gato, afinal. Não teria graça se eu simplesmente os matasse ali mesmo… eles teriam que me respeitar. Me posicionei sobre uma caixa e lancei o feitiço. Já ciente do efeito, comecei a rir em voz alta.
– Sai daí seu louco — Peter gritou para mim. Depois jogou a maleta rente ao chão, que foi deslizando até os pés do MC. — Pega e abre, mas eu não aconselho usar. Vai saber os efeitos colaterais disso.
— Problema é meu! Você tem doutorado nisso por acaso? Eu não morri com coisa pior.
— Então tá bom. Só estou falando.

O exoesqueleto era de um material leve, mas não chegava a ser uma roupa. Era possível encaixá-lo sobre uma vestimenta ou mesmo uma armadura. Escondido atrás das caixas, MC ficou quieto durante um curto período. Quando se levantou, estava com 2 armas em punho, atirando feito um louco.
— Isso é muito bom, nem sinto o recuo das Predador. — ele não parecia muito bem… ou melhor, parecia bem demais, gritando e gargalhando.
Ele derrubou dois guardas enquanto falava conosco, Rad acertou mais um e o último fugiu pelo corredor.
– Vamos aproveitar esta “janela”. Certeza que ele voltará com ajuda letal desta vez.

Depois de tirar o exo-esqueleto do MC, que estava quase morto, levamos ele ao único “médico” disponível — O Doutor Hans Chucruts. Depois eu conto como ele é. Digamos que era nossa única escolha MESMO!
Na noite seguinte, fomos encontrar o Senhor Johnson, nosso contato e comprador. Antes de receber seu pagamento, Rad já estava tendo calafrios.

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Você, como RPGista, considera-se um marginalizado pela sociedade?

Terra do Nunca - seg, 10.11.2008 - 16:28
Estava no meio de uma discussão boba numa comunidade do Orkut quando li a seguinte pérola: "...somos orfão no mundo do rpg pois não somos amparados com material e marginalizados pela sociedade sem direito a resposta..." O autor é um realizador de eventos de RPG. Isso me irritou profundamente mais do que o assunto da conversa. Órfão? Sim, sou órfão de pai. Órfão de RPG? Ah, fala sério... Eu Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com3
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Videocast RPG online sobre Halloween no MdT

Terra do Nunca - seg, 10.11.2008 - 10:00
Ok, eu já enchi bastante sobre o assunto, mas devo divulgar o trabalho do Armando e da Gwen depois do que eles fizeram. http://www.rpgonline.com.br/tv.asp?id=1286 Pôxa, filmaram até o Platy...Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com0
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MiniSystem #11

D3 System - dom, 09.11.2008 - 13:06

Tem jogador que fica rolando o dado 5 minutos antes de jogar. Será que a sorte é canalizada?

Se você gosta das tirinhas, entre na comunidade MiniSystem no Orkut!

Veja Mais
  • Todas as outras tirinhas!
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Shadowrun Brasil PDF

D3 System - sex, 07.11.2008 - 17:48

Como prometido, compilamos todo o material do cenário de Shadowrun nacional em um único arquivo PDF, magistralmente diagramado pelo Johnny Menezes.

O trabalho começou a gerar frutos e meus antigos parceiros de campanha, o Fábio Novaes e o Willian Ferraz, decidiram escrever as histórias de nossas mesas e partilhá-las com o público do D3System.

O material já publicado pode ser obtido aqui ou clicando na capa ao lado.

Novos Contos

As histórias que contaremos a seguir foram escritas a seis mãos — minhas, do Novaes e do William —, usando as aventuras que jogamos com esses personagens no meio da década de 1990. Essa é minha campanha mais antiga, e esses shadowrunners cumpriram muitas missões. O conto abaixo é um prólogo da narrativa inclusa no Shadowrun: Brasil, chamado Terra Morta, que revela como o iniciado somático Rad contraiu a doença mágica que o afligia.

0.Prólogo: Decisões Infelizes

Meu nome é Neko Tsumetai — ou pelo menos era assim que me chamavam nas ruas. Eu já tive uma pátria, um pai e um amigo, agora as únicas coisas que me restam são as lembranças.

Infelizmente, com o passar do tempo, a magia se esvai lentamente, cada feitiço se tornando mais arriscado que o outro; entretanto, a adrenalina e “O Gato” não me deixam esquecer quem eu fui e sou, e o poder que eu já manipulei. Sim, eu manipulei as linhas do maná — está é a “dica” suprema: enquanto outros se consideravam poderosos, eu só queria “manipular”, afinal este PODER não é meu, nem NUNCA será de ninguém.

Sempre que eu ia à casa de Peter Vasquez, um velho amigo, acontecia a mesma coisa.

Toc toc…

— Está aberta.

Como ele sabia que era eu sem fazer viagem astral ou magias, eu só descobri mais tarde. Ele tinha câmeras em todos os lugares que alguém pode imaginar. Sempre dizia que era um procedimento padrão, mas era uma tentativa de disfarçar sua paranóia por segurança.

— Que bom que você recebeu meu recado — ele começou.

— Você sabe que eu não costumo abrir pacotes Peter, mais como só você e o pobre entregador sabiam meu endereço, tive que usar um feitiço no coitado.
Peter abre seu sorriso seco, já sabendo onde provavelmente o entregador foi parar.

— Pelo visto vou ter que arrumar outro cara para o próximo serviço, ninguém nunca volta – completou o tecnauta.

— Fala qual a confusão desta vez.

— Sabe como são as coisas na matriz, eu estava lá só olhando uns arquivos…
Pensei comigo: “só olhando”, como se eu não o conhecesse de verdade.

—… de uma empresa, nada difícil de se fazer, quando a segurança foi acionada. Percebi que não tinha sido eu, havia mais alguém ali.

Ele continuava falando com seu jeito rápido de conversar, gesticulando com as mãos, como se eu fosse entender o complicado mundo da matriz. Só acenei com a cabeça, ele prosseguiu.

— Rapidamente levantei minhas defesas, já preparado para a primeira onda do sistema. Foi quando vi o outro tecnauta, ele era bom, o espelho dele deixou para trás uns dois programas de defesa, que tentavam incessantemente atacar a sua imagem falsa.

— Ele passou pelo primeiro grupo facilmente; pensando bem, talvez fosse uma armadilha dos GELOS, levando o infeliz para algo pior. Bom, você sabe que eu sempre espero o pior, certo? Bom, no fim, eu estava certo: o sistema estava abrindo falsas saídas e ele caiu direitinho. Dussel gans!

— Eu tinha que saber o motivo daquela luta toda, então me aproximei e comecei a “atacá-lo”. Claro que eu só queria copiar os arquivos sem que ele percebesse; ele não teria tempo de me “ver”, estava focado em suas defesas contra os gelos negros.

— Consegui copiar parte do que ele estava retirando do sistema. Era um arquivo da 3Mitsu.

— A corporação resultante da fusão da 3M e da Mitsubishi? — Perguntei.

— Essa mesma. Eu abandonei a matriz antes de ser percebido. Acho. Aqui está o que eu encontrei.

Ele abriu o arquivo na tela do seu neuroterminal Fuchi Cyber-4. Pensei: “eu já vi equipamentos melhores com outros tecnautas, mas nunca um piloto melhor do que Vasques para este modelo”. Comecei a ler tudo calmamente; tratava-se de informação confidencial sobre um tipo de armadura ou algo assim, um exoesqueleto. Não havia mais detalhes.

— Então, Peter, o que pretende fazer?

— Já fui aos Pubs da matriz, gastei uma merreca de nuyens, e consegui descobrir quem era o outro tecnauta. Marquei um encontro na rede e me contaram que ele só estava querendo se divertir, testando a defesa do lugar. Ele fez um trabalho bem amador, mas pelo menos sobreviveu.

Durante alguns segundos, os olhos biônicos do tecnauta se reajustaram, como se ele estivesse analisando outro lugar enquanto olhava para o teto.

— Comprei o silêncio dele por alguns dias, mas sabe como são estes “playboizinhos”: se mais alguém encontrá-lo, ele vai vender novamente a informação, com certeza.

Peter era um caucasiano com seus 29 anos, que odiava este tipo de gente. Eu nunca o questionei sobre seu passado, mas ele já deve ter sido um assalariado de algum escritório, o que para ele seria uma prisão em vida.

— Eu deixei um recado em uma rede de amizades, uma informação que somente seria procurada por alguém realmente interessado no assunto. Recebi uma resposta anteontem.

Ele me passou um pequeno cartão de dados. Observei o pedaço de plástico durante um tempo, sem muita certeza do que Peter queria. Então, ele meneou a cabeça, pegou o disco novamente e inseriu no próprio terminal e virou a pequena tela na minha direção.

— Você podia comprar um terminal de leitura, seu mago mequetrefe. Parece que vive no século passado! Bom, eu me encontrei com o Sr. Jonhson e negociei uma incursão na 3Mitsu por 150.000¥.

— A divisão vai ser a de sempre, Peter?

— Claro! 50.000¥ cada e precisamos de mais duas pessoas, pelo menos.

Depois destas palavras, notei quem seria responsável por encontrar as “duas pessoas”. Naquela mesma noite, fui a um de meus clubes preferidos, um local em uma das áreas ainda controladas do Centro Expandido de São Paulo.

O segurança do local parecia um muro de detenção de tão grande. Paguei a taxa habitual para não pegar aquela maldita fila.

Caminhei na direção da mesa que eu reservei, localizada numa câmara de vidro à prova de som. O barulho antes de chegar à pequena sala transparente era tremendo, mas era assim que deveria ser: sons aleatórios dificultam a vida de qualquer bisbilhoteiro que estiver nos arredores.

Alice, minha informante, sabendo das minhas necessidades, estava sentada a mesa com mais duas pessoas; estava me esperando na sala há exatos 4 minutos.
Um deles, chamado Rad, era um humano moreno, de mais ou menos 1,70 m, careca, e sem nenhuma modificação cibernética aparente.

O outro, conhecido como MC (Morte Certa… eu não sei se é a dele por carregar uma bomba córtex ou a de seus inimigos), era um elfo de 1,80 m, cabelos claros até os ombros, corpo malhado, muito diferente do habitual da raça. Eu quase posso afirmar que a magia tinha modelado aqueles dois.

Ambos trajavam sobretudos bastante desgastados. Nós já havíamos trabalhado juntos em outras ocasiões, numa missão em Seattle, logo que voltei do Japão.
MC me cumprimentou com a sutileza de um bárbaro bêbado.

– Fala, japonês! — como se eu já não tivesse sido apresentado a ele. Pelo meu nome de rua, claro.

– Boa noite, Neko — a voz inconfundível de Rad ecoou na sala.

Cumprimentei Alice, que hoje só poderia me atender nesta questão, e paguei a taxa pelos serviços prestados.

— Boa noite! Espero que estejam livres pelo menos durante esta semana — os dois concordaram com um aceno de cabeça e eu continuei falando — Nosso conhecido em comum nos arrumou um trabalho (“será que se você falasse problema eles aceitariam? O totem Gato provoca em meus pensamentos”). Os detalhes serão revelados a caminho do local. Se vocês aceitarem o serviços, claro.

— Qual o valor? — pergunta MC, calmo como sempre.

— Acha que vamos precisar levar armamento pesado? — completa Rad.

— Crédito de 25.000¥ para cada um e os custos da incursão são nossos. Armamento médio será suficiente. Como já perguntaram alguns detalhes, suponho que estejam contratados. Estaremos perto da Velha Igreja de São Judas, amanhã as 22:00. Sejam discretos.

Continua na próxima semana.

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Paródia RPG #02 - Ela ou o RPG

D3 System - sex, 07.11.2008 - 14:27

Muitas pessoas se cansam de procurar a sua alma gêmea RPGista e se casam com sua alma gêmea normal. O problema dessa segunda opção é: muitas odeiam e não deixam jogar RPG. Essa Paródia RPG é de um cara que sabe tomar as atitudes certas na vida! Tomem coragem e sigam o exemplo!


Ouça ou clique aqui com o botão direito para salvar o arquivo

Ela ou o RPG:

Não foi do jeito que eu planejei,
Meu casamento,
Eu não jogo mais RPG,
É só lamento,
Eu achei que quando eu,
Conseguisse uma mulher,
Seria tratado como um deus,
Mas não foi assim!

Ela pediu pra escolher,
Entre ela e o RPG,
E eu não sei como dizer,
Que nesse jogo ela vai perder,
Vou decidir,
Jogando o dado,
O número 1 é o meu alvo,
Ela pediu pra escolher,
Escolher!

Quero poder jogar vampiro,
Novamente,
Sentir o gosto de cortar um orc,
De trás pra frente,
Eu te amo, mas não dá,
O RPG veio primeiro,
Se quer ir, então vá,
Mas os livros ficam!

Ela pediu pra escolher,
Entre ela e o RPG,
E eu não sei como dizer,
Que nesse jogo ela vai perder,
Vou decidir,
Jogando o dado,
O número 1 é o meu alvo,
Ela pediu pra escolher,
Escolher!

Se fosse pra parar com o Magic,
Eu não mandaria você embora daqui,
Mas como foi com o RPG,
Não dá pra ser,
Então trate logo de picar a mula!

Ela pediu pra escolher,
Entre ela e o RPG,
E eu não sei como dizer,
Que nesse jogo ela vai perder,
Vou decidir,
Jogando o dado,
O número 1 é o meu alvo,
Ela pediu pra escolher,
Escolher!

Ainda bem que minha namorada joga (e é viciada)! Beijos pra ela!

Música Original:
  • Kate Perry - I Kissed a Girl.
Tema:

Tema sugerido por Franciolli Araújo!

Escreva suas sugestões de temas nos comentários e quem sabe a próxima Paródia RPG pode ser com a sua!

Veja Mais:
  • Paródia RPG #01
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Adotando rótulos...

Terra do Nunca - sex, 07.11.2008 - 13:34
Eu não sou um interneteiro de longa data. Creio que foi em 2004 que comecei a acessar realmente a internet e a participar de foruns e listas. Isso foi principalmente por causa da LUDUS CULTURALIS, pois os diretores anteriores não viam muita importância em saber o que se falava sobre a entidade no mundo virtual. Comecei então a lentamente fazer o trabalho de divulgação da LUDUS. Quem ficar Jaime Danielhttp://www.blogger.com/profile/14607296475111893283jaimedanielleandro@gmail.com8
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